Mundo Loco!
Estudantes Estão a Usar Óculos “Mágicos” Para Copiar nos Exames… e Ninguém Dá Por Nada
Copiar num exame já teve muitas formas: o clássico papelinho escondido, fórmulas escritas na mão, olhares discretos para o colega do lado…
Mas esquece tudo isso.
Agora há uma nova geração de “batoteiros” que não precisa de esconder nada — porque, tecnicamente, não há nada para ver.
Na China, estudantes universitários estão a recorrer a óculos inteligentes com inteligência artificial para fazer algo que, até há pouco tempo, parecia ficção científica: responder a exames em tempo real… sem levantar suspeitas.
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Óculos normais… com um pequeno “segredo”
À primeira vista, parecem apenas óculos normais. Nada de volumoso, nada de estranho. Marcas como Xiaomi ou Alibabajá conseguem produzir modelos discretos, elegantes e praticamente indistinguíveis de um par de óculos comum.
Mas por trás desse aspecto banal, está tecnologia suficiente para deixar qualquer professor de cabelos em pé.
Com câmaras integradas e ligação a modelos de inteligência artificial — semelhantes ao ChatGPT — estes óculos conseguem “ler” perguntas do exame e apresentar respostas directamente na lente, como se fosse uma espécie de teleponto invisível.
Copiar… versão 2.0
O processo é quase ridiculamente simples.
O estudante olha para o teste, os óculos captam a imagem, enviam para um sistema de IA… e segundos depois surge a resposta.
Tudo isto sem mexer num único papel, sem tirar o telemóvel do bolso e, mais importante, sem dar nas vistas.
Alguns utilizadores recorrem até a pequenos comandos disfarçados — como um anel — para controlar o sistema sem levantar suspeitas.
Resultados que fazem “inveja”
Num teste conduzido por investigadores da Hong Kong University of Science and Technology, um aluno equipado com estes óculos conseguiu ficar entre os melhores da turma, com uma média bem acima da maioria.
Ou seja, não é só teoria.
Funciona mesmo.
O negócio da batota
Comprar estes óculos pode custar centenas de euros — o que, convenhamos, não é propriamente ideal para um estudante.
Mas claro… alguém já encontrou solução.
Plataformas de segunda mão começaram a oferecer aluguer destes dispositivos por valores diários relativamente baixos. Resultado: qualquer aluno pode “alugar inteligência” apenas para a duração de um exame.
Sim, chegámos a este ponto.
Proibidos… mas usados na mesma
Apesar de já existirem proibições em exames importantes, como provas nacionais ou concursos públicos, a realidade é que continuam a ser usados em avaliações mais “normais”.
E enquanto a tecnologia evolui… torna-se cada vez mais difícil detectar este tipo de fraude.
O futuro dos exames pode estar em risco
Esta tendência levanta uma questão inevitável: como avaliar conhecimento num mundo onde a resposta pode estar literalmente à frente dos olhos… invisível para todos os outros?
Porque se antes copiar exigia engenho…
agora basta ter bateria.
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